Golpe bancário e falsa central
Ligação que parecia do banco, transferência feita sob pressão, Pix que saiu da conta e o banco dizendo que a culpa é sua.
Direito civil, digital e do consumidor em Belo Horizonte. Banco, plano de saúde, compras online, cobranças indevidas.
Lista de problema, não de área do direito. Se o seu está aqui, existe caminho.
Ligação que parecia do banco, transferência feita sob pressão, Pix que saiu da conta e o banco dizendo que a culpa é sua.
Lançamento que apareceu na fatura sem você reconhecer, contestação aberta e negada sem explicação.
Prazo estourado, rastreio parado, loja e marketplace empurrando a responsabilidade um para o outro.
Assistência que enrola, troca recusada, conserto que volta com o mesmo problema.
Exame, cirurgia ou tratamento negado, carência usada como justificativa, autorização que nunca sai.
Serviço cancelado que continua sendo cobrado, mensalidade que não para, nome no Serasa sem aviso nenhum.
Remarcação imposta, conexão perdida por atraso, mala que não apareceu no destino.
Taxa que não estava combinada, seguro embutido sem você pedir, valor final diferente do que foi apresentado.
Chave que não sai, prazo estourado pela construtora, parcela continuando a ser cobrada mesmo assim.
Perfil ou conta de trabalho bloqueada por denúncia indevida ou invasão, e o suporte não resolve.
A sua situação não está na lista? A lista é grande e nunca fica completa. Também atuo em direito civil, digital e em família e sucessões. Me conte o que aconteceu e eu digo se é a minha área.
Me contar o casoE nenhum deles costuma ser o que a pessoa imagina.
"Já liguei no SAC umas dez vezes e não deu em nada"
"Acho que o prazo já passou, não adianta mais"
"O valor é baixo, não deve valer a pena"
"Não guardei nada, não tenho como provar"
"Se virar processo eu vou ter que ir em audiência e perder o dia"
Na maioria dos casos, o que decide é o que a lei garante e o que ficou registrado.
Valem para quase todos os casos desta página, independente de qual é o seu.
Quase toda empresa informa um prazo próprio para reclamar. O prazo que vale é o da lei, e ele muda conforme o tipo de problema. Achar que perdeu o prazo é o motivo número um de desistência, e muitas vezes não é verdade.
Protocolo de atendimento, print da conversa, e-mail, nota fiscal, extrato. É o que costuma faltar e é o que separa uma reclamação que anda de uma que não sai do lugar. Se você ainda não tem, dá para reconstituir parte disso.
Nem todo aborrecimento vira indenização. Depende do que aconteceu, do impacto real na sua vida e do que ficou documentado. Por isso eu não falo em valor antes de olhar o caso.
Nem todo caso precisa virar processo. Parte se resolve antes, com reclamação formal ou notificação. O caminho depende do que aconteceu e do que existe de registro.
Você teve problema com banco, loja, operadora, companhia aérea, construtora ou plataforma
Você já tentou resolver direto com a empresa e não deu certo, ou nem sabe por onde começar
Você quer entender se o seu caso tem base antes de decidir qualquer coisa
Você está em Belo Horizonte ou região, ou aceita atendimento online, que funciona para todo o Brasil
Se o seu problema é trabalhista, com órgão público ou entre pessoas físicas, a área é outra. Nesses casos o melhor primeiro passo é procurar quem atua especificamente nisso.
São quatro etapas, e as três primeiras existem para te dar clareza.
Pelo WhatsApp ou pelo formulário desta página. O que aconteceu, com quem, quando e o que você já tentou.
Protocolo, print, e-mail, nota, extrato, contrato. É isso que diz se o caso se sustenta e por onde ele anda.
Reclamação formal, notificação ou ação. Cada um tem exigência, tempo e desfecho diferente, e eu digo onde o seu costuma travar.
Se fizer sentido seguir comigo, combinamos os próximos passos. Se não fizer, você sai sabendo o que precisa ser feito.
Eu não trabalho com promessa de resultado nem com estimativa de valor antes de olhar o caso. O que eu garanto é que você vai entender se tem base, o que falta e quais são as opções.
Advogado em Belo Horizonte. Atuo em direito do consumidor e direito civil, com pós-graduação em Direito do Consumidor e em Direito Digital aplicado a novas tecnologias. Também atendo casos de família e sucessões. Trabalho com pessoa física, em linguagem de quem não é da área.
Respostas gerais, de caráter informativo. Cada caso tem uma situação diferente.
Depende do caso, e vale conversar antes de descartar. O valor envolvido é só um dos fatores. O que aconteceu, o impacto na sua vida e o que ficou registrado pesam tanto quanto.
Pelo contrário, costuma ajudar. Cada ligação gera um protocolo, e protocolo é registro. Guarde o número de todos eles, mesmo dos atendimentos que não deram em nada.
Depende do tipo de problema. O prazo de um produto com defeito é diferente do prazo de uma cobrança indevida, e o prazo que a empresa informa nem sempre é o da lei. É uma das primeiras coisas que eu confiro.
Não é automático. Depende do que aconteceu, do impacto real e do que ficou documentado. Eu não falo em valor nem em probabilidade antes de olhar o caso concreto.
Ajuda muito: protocolo, print da conversa, e-mail, nota fiscal, extrato, contrato. Se você não guardou, não descarte o caso antes de conversar. Parte desses registros dá para reconstituir.
Não. Parte dos casos se resolve antes, por reclamação formal ou notificação. Qual caminho se aplica depende do que aconteceu, do que existe de registro e de como a empresa responde.
Não necessariamente. Boa parte do atendimento e do envio de documentos funciona online. Quando for preciso algum ato presencial, eu aviso com antecedência.
Com poucas informações já dá para dizer se o caso tem base e o que precisa ser reunido.
Respondo em horário comercial, de segunda a sexta.